Caindo livremente de um céu azul
uma pausa para o café, sente o gosto da vida.
Caindo livremente por um céu azul escuro
leste, oeste? norte, morte.
Um caminho diferente pra seguir, pra cair em si
pra ser o que não se foi
pra fazer do tempo, vida.
Caindo livremente em um rio de lágrimas
de tristezas, ás maiores alegrias já vividas por seres incapazes de viver
Viver
O que te dizem sobre isso, te faz ter medo?
Te faz ser incapaz de sentir um vazio dentro de você?
Caindo livremente sobre um céu de almas,
a vida ali morreu.
Um minuto, acenda meu cigarro
acenda me uma vela,
Queime minha inspiração como um pedaço de papel.
Renascerei das cinzas,
Caindo livremente sobre uma piscina de ratos,
Não basta um retrato do meu mais alto tédio,
um prédio,
Pra mim, isso não passa de um pesadelo,
Pra mim, cair livremente de um penhasco, é só um sonho
Andando livremente, por passagens escuras
por retratos das mais belas flores do universo
inverso.
Estado sólido dos sentimentos,
Amor, paixão, raiva, coração
Caindo livremente de um céu azul.
Autor: Gabriel Borges Schirmer.
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meu deus :O é PERFEITO isso *------*
ResponderExcluireeei, sério, amei esse poema. mara mara mara!
beijos :*